quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A Igreja chega no Rio de Janeiro, mais uma vez

O seguinte é um sumário de um artigo de 1949 na revista A Gaivota, a revisa da Igreja no Brasil antes de A Liahona. Se trata dos primeiros dois anos do ramo do Rio de Janeiro depois da segunda guerra mundial, e assim dá uma ideia do ramo nessa época.
A missão brasileira já havia entrada no Rio de Janeiro antes da segunda guerra mundial, mas enquanto o ramo progrediu bastante, os missionários foram retirados do Brasil inteiro por causa da guerra, voltando só em 1946.

Logo depois de uma conferência missionária em julho de 1947, o primeiro duplo de missionários foram mandados ao Rio para reiniciar a obra missionária lá. Durante a ausência da missão, as poucas famílias de americanos reuniram-se de vez em quando. Mas agora os missionários recomeçaram reuniões semanais, em inglês, nas casas dos membros americanos.

Em março de 1948 o número de missionários foi aumentado para quatro, e no mês seguinte, outro duplo chegou. E, com isso, os missionários finalmente acharam uma sala espaçosa em que podiam realizar reuniões em português. Logo depois eles começaram a dar aulas de inglês, e assim começou a ganhar amigos para a Igreja.

O primeiro batismo no ramo aconteceu no dia 10 de maio de 1948 (o artigo não dá nome), e outros seguiram. Na altura deste artigo haviam 13 membros no ramo do Rio. Todos estes batismos (com a exceção de um) têm sido feitos nas praias do Rio. "Com o manso bater das vagas e o esplendor do ar da madrugada, fazendo o profundo azul do oceano, um perfeito fundo do painel, para aquele que está renascendo para uma nova vida em Jesus Cristo."

Antes de assistir uma conferência de missionários em outubro de 1948, os missionários conseguiram uma casa boa que podia servir de acomodações para os missionários e uma sala para as reuniões. Durante sua ausência, os membros e amigos do ramo completamente mobilou a casa, e preparou uma refeição para os missionários.

No fim de outubro de 1948, o ramo realizou uma festa de abertura da Associação de Melhoramentos Mútuos (AMM - antiga nome da organização dos jovens na Igreja), fazendo a "Halloween." E em seguida o ramo tinha outras festas nas feriadas de Natal, Dia das Mães, Festas de São João, etc.)

E os missionários usavam também de outros métodos para atrair atenção ao evangelho, incluindo competições de "bola ao cesto" (basquete). O ramo realizou piqueniques e excursões para a diversão de todos, e os missionários davam aulas do Livro de Mórmon regularmente.

(sumário do artigo "Dois Anos de Progresso" de Richard K. Sellers,
em A Gaivota, v2 n8, Aug 1949, pp. 166-167.)

1 comments:

Murilo Vicente disse...

Gostei deste post! Deu uma noção de como era.

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